sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Verbete de dicionário

 Link da atividade editável: Verbete de dicionário    <----- Clique no link!

A atividade foi idealizada para um 4º ano do ensino fundamental, mas pode ser adaptada para o segundo ciclo.




quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Poema

 Atividade avaliativa: Poema   <----- Clique para baixar o arquivo.


Atividade idealizada para 4º ano do ensino fundamental, mas pode ser adaptada para o segundo ciclo.



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 Atividade avaliativa: Anúncio Publicitário    <---- Clique para baixar o arquivo.

Atividade idealizada para um 4º ano do ensino fundamental, contudo, é passível de adaptação e pode ser aplicada no segundo ciclo.


domingo, 28 de abril de 2024

O apanhador no campo de centeio - J. D. Salinger

 Sabe do que eu gostei nesse livro?

O título.

Que título lindo, poético, nada clichê!

Fui à leitura sem ter contato com a sinopse. 
Quando cheguei à metade, grande estranhamento surgiu, pois parecia que ainda estava lendo a introdução. Uma introdução infinita.

Sim, essa é a resenha dessa obra: UMA INTRODUÇÃO INFINITA.

Foi a sensação que tive ao lê-lo.

Eu sei que a narrativa explora a visão de um adolescente com todos os seus questionamentos. Narra aquela fase em que o sujeito não gosta de ninguém, reclama de tudo, muda de ideia a todo momento e não encontra significado para a própria existência. 

Sim, senhores. Estou ciente.

Ok. O autor teve sucesso nisso, pois ler essa obra me deixou com a impressão de que passei 24 horas ouvindo o monólogo de um adolescente. 

Mas isso é suficiente para tornar o livro bom?

Talvez para alguns. 
Não para mim.

Veja, a leitura é MUITO fácil. Muito rápida. Não encontrará dificuldade nesse aspecto.
O que pesa é o excesso de NADA.

NADA acontece. 

Eterna introdução.

Há umas conversas na internet de que esse livro serviu de inspiração para alguns assassinos. Como??? Nada que eu tenha lido sugere algo semelhante.
Masssss...

FICA O AVISO: só pode falar mal do que você leu. 
Não se deixe levar pela opinião dos outros.
Somos diferentes e vivemos fases diferentes de nossas vidas.
Há muita gente que ama essa obra.
Eu não a amo, mas também não a odeio. 
Sinto pela obra o que ela proporcionou a mim: NADA.





Regência Verbal

Indicação: 8º ano.

 Ao ensinar REGÊNCIA VERBAL acabamos utilizando alguns verbos totalmente alheios à realidade dos alunos. Os verbos VISAR, ASPIRAR estão em meus slides, mas durante a aula eu observei que eram verbos pouco utilizados, portanto, distantes de suas realidades. 

Na verdade, acho desnecessário explorar esses verbos no 8.º ano, por isso repensarei minha prática para algo mais significativo no futuro.

Usei os slides em uma aula pelo Meet. Antes de explicar o conteúdo em si, relembrei as relações entre objeto e complemento de forma rápida, não vejo necessidade em ficar martelando sobre os termos relativos à transitividade agora. 

De qualquer forma, disponibilizo todos os slides.
















Tabelas e Gráficos

Atividade indicada para 3.º, 4.º, 5.º ou 6.º ano. 

A adaptação idade/ano deve ocorrer na abordagem do professor.

Esta atividade é de minha autoria, portanto dê crédito ao utilizar ou adaptar.

O vídeo abaixo mostra o resultado em um caderno.

👉Iniciar a aula conversando sobre heróis. Sugestões de perguntas:

1. Super-heróis existem mesmo ou só na ficção?

2. Podemos falar que pessoas normais são heroicas? Cite exemplos de heroísmos de pessoas reais.

3. Existem profissões heroicas? Quais? (deixem que citem todas, até jardineiro! Meu aluno do 3.º ano justificou que o jardineiro deixa o mundo mais bonito e isso é heroísmo)

4. Existem atitudes heroicas? Quais?

5. Você pratica atitudes heroicas?

O objetivo é levá-los a pensar que existem heróis na ficção e existem heróis reais.

👉Exibir a reportagem sobre o garoto que sonhava em se tornar bombeiro quando adulto:

👉Refletir sobre o heroísmo existente em certas profissões e atitudes da vida real em comparação com os heróis ficcionais: (realizar no caderno e em conjunto com os alunos)

1) Faça uma lista com profissões que você considera heroicas. 

2) Faça uma lista com atitudes que você considera heroicas.

👉Exibir a declamação de cordel sobre os heróis da vida real: 


👉Refletir sobre a valorização de atos heroicos cotidianos existentes em diversas profissões. (realizar no caderno e em conjunto com os alunos)

3) Por que precisamos valorizar ações heroicas?

👉Colar o texto “Super-heróis da ficção” no caderno e fazer sua leitura. (primeiramente, pedir que tentem fazer uma leitura silenciosa, depois a professora deve fazer uma leitura para todos)



 👉A partir da leitura do texto, preencher a tabela dos superpoderes. (na vertical os poderes que constam no texto e na horizontal as equipes que constam no texto. Depois, em cada quadrinho, o nome do super-herói, conforme o seu poder e sua equipe)


👉A partir da tabela, criar um gráfico da REGULARIDADE DOS SUPERPODERES.



👉Criar uma nova tabela por meio de pesquisa, em casa. (tarefa de casa)


Com o resultado da pesquisa na tarefa de casa, faremos um gráfico de toda a sala, na aula seguinte.

Aguardem detalhes na próxima aula!






domingo, 14 de abril de 2024

Provérbio

Indicação: 5º ao 9º ano do ensino fundametal.

Sugestão: antes, é necessário que o professor fale um pouco sobre a função social do gênero discursivo provérbios, sobre linguagem literal e figurada e sobre o gênero discursivo tirinha. Esse trabalho deve ser feito apenas na oralidade, pois, os alunos já conhecem esses conteúdos, precisam apenas relembrar. Caso o professor considere produtivo, pode apenas levar exemplos impressos e mostrar para a turma, fazendo perguntas:

1. Ler alguns provérbios e perguntar: você sabe que gênero discursivo é esse? Como você interpreta esse texto? Devemos entendê-lo literalmente ou é uma linguagem figurativa? (repetir com outros exemplos que podem ser impressos e colados na parede).

2. Mostrar uma tirinha impressa e perguntar: você conhece esse gênero discursivo? Por que ele é diferente das HQs, cartoons ou charges? Um provérbio pode aparecer de forma híbrida com uma tirinha? Qual a função social de uma tirinha?

APLICAR AS ATIVIDADES:
 
Leia a tirinha abaixo com atenção:

 

1. Identifique o provérbio que aparece na tirinha e escreva-o abaixo.

2. Como você interpreta o provérbio, no contexto da tirinha.

3. O provérbio fala de cães, contudo, refere-se, em seu uso cotidiano, aos seres humanos e seus comportamentos em sociedade. Explique o provérbio considerando que se refere a isso.

4. Crie uma tirinha em que o provérbio se aplica aos seres humanos. Seja criativo!

5. Enumere os provérbios abaixo, de acordo com o significado:

(1) Quem planta vento colhe tempestade.

(2) Cão que muito late não morde.

(3) Quem com ferro fere com ferro será ferido.


(     ) Quem fala muito faz pouco.

(     ) Quem faz maldade maldade pode receber.

(     ) Precisamos ter cuidado com o que fazemos aos outros, porque podemos receber de  volta.


6. Sobre provérbios, é importante lembrar que:

(   ) Não devemos entendê-los ao pé da letra.
(   ) Devemos entendê-los ao pé da letra.



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Multiplicação

 Slides e vídeo direcionados ao 3 ou 4 ano do ensino fundamental 1.


Abaixo, seguem os slides em formato JPG para uso pessoal.

Para obter os slides em arquivo PowerPoint (com os efeitos do vídeo) entre em contato. (R$10).



















Carta do leitor

COMANDA DE PRODUÇÃO TEXTUAL

COMANDA DE PRODUÇÃO TEXTUAL AQUI ---> PROPOSTA NA ÍNTEGRA

AMOSTRA:

domingo, 24 de março de 2024

Bottons

 

Tive a ideia de fazer bottons para usar com o ensino fundamental 1!

Recomendo o uso para todas as séries, a depender do estilo do professor.

Eu fiz os bottons com a empresa do link abaixo:

https://shopee.com.br/nookatelie?v=bae

A arte deve ser feita pelo comprador. A arte dos meus eu montei no PowerPoint mesmo, salvei no formato JPG. Depois, vc baixa um aplicativo chamado CIRCLE CUTTER e salva no formato redondo.

SUPER SIMPLES!

PAGUEI O VALOR ABAIXO POR 10 BOTTONS MAIS O FRETE. 

DIVIDI COM UMA COLEGA, POIS CADA BOTTON PODE TER UMA ARTE DIFERENTE.



História em Quadrinhos e seus recursos linguísticos/semióticos - adaptada

 Atividade adaptada e personalizada para um aluno autista/TOD/TDAH do 5.º ano.

Onde tiver XXX é para que o professor substitua pelo seu nome ou o nome da criança.

FICHA AVALIATIVA NO FINAL

Conteúdos: Leitura de imagens em narrativas visuais. / linguagem verbal e não-verbal.

Objetivos: (EF15LP14) Produzir e analisar o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onomatopeias), para que se aproprie e faça uso da linguagem utilizada nesses gêneros.

Desenvolvimento: parte das atividades impressa e a aula on-line.


CLIQUE AQUI! ATIVIDADE AQUI!

AMOSTRA:

sábado, 23 de março de 2024

Cem Noites Tapuias - Coleção Vagalume - Ofélia e Narbal Fontes

O não dito: penso que a obra pode entregar bem mais do que o superficial narrado por mim. Ela pode servir de base para discussões sobre o território indígena de antigamente e de hoje. Em meu relato tratei apenas da superfície, deixei que fique a cargo de cada professor estabelecer correlações com a atualidade de forma crítica e com base em fatos.

Conto Fantástico / Tipos de Predicado / Notícia / Transitividade verbal

Essa atividade funcionou como avaliação de recuperação sobre o conteúdo listado.

Clique aqui para obter a versão em word. (SE NÃO CONSEGUIR BAIXAR, AVISE AQUI NOS COMENTÁRIOS DO BLOG!)

JÁ CURTIU MEU CANAL NO YOUTUBE?  ESPERO VER VOCÊ POR LÁ! ---> TAREFA DE CASA

AMOSTRA:

Conto Fantástico

Elaborei esta comanda para a produção de um conto fantástico. 

Exigi que o planejamento fosse feito ANTES do texto. 

Foi sofrido!

Eles não querem planejar, querem sair escrevendo aleatoriamente!

Com muito esforço, consegui que a maioria fizesse o planejamento. 

Tenho minhas dúvidas se convenci a maioria sobre a importância de planejar. :(

Clique aqui para obter a atividade no Word! 

Aviso: pode desconfigurar, por isso, vou postar em PDF também.

Gostou? Contribua fazendo um comentário de incentivo.

AMOSTRA:


domingo, 17 de março de 2024

Romantismo - 1ª fase

Para obter o arquivo no Word, clique aqui!           


ROMANTISMO – BRASIL (1ª GERAÇÃO – INDICANISTA/NACIONALISTA)


Na poesia romântica, a evasão no tempo histórico levou o escritor europeu ao passado em busca de um símbolo, de um “herói”. Esse passado foi a Idade Média com os cavaleiros medievais. Já no Brasil, os escritores voltaram-se à uma época anterior, ou seja, época em que não se iniciara ainda a colonização portuguesa e elegeram como símbolo nacional o indígena. 

Essa tendência à poesia indianista valorizava toda a cultura indígena que ainda não havia sido tocada pela cultura europeia. A base dessa concepção foi construída sobre o mito do bom selvagem, desenvolvido a partir das ideias do filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau. Para Rousseau, o ser humano em si é bom, o que o leva a desenvolver a ambição, o individualismo, o materialismo é a vida em sociedade. Ou seja, o homem nasce bom; a sociedade é que o corrompe.

Gonçalves Dias foi o grande representante da 1ª geração, na poesia. Já na prosa, temos José de Alencar (veremos em outro momento).

Gonçalves Dias, buscando captar a sensibilidade e os sentimentos do nosso povo, criou uma poesia voltada para o índio e para a natureza brasileira, expressa numa linguagem simples e acessível. Sua obra poética inclui os gêneros lírico e épico. Na épica, canta os feitos heroicos de índios valorosos, substitutos do herói medieval europeu. Na lírica, tem como temas mais comuns a pátria, a natureza, Deus, o índio e o amor não correspondido.

CEREJA, William Roberto. Português: linguagens.


LEITURA


O texto a seguir é o canto IV de “I-Juca-Pirama” de Gonçalves Dias. Conforme as tradições indígenas, o prisioneiro é preparado para um cerimonial antropofágico em que serão vingados os mortos timbiras. Ao lhe pedirem, como é próprio do ritual, que canta seus feitos de guerra e que se defenda da morte, o prisioneiro responde aos inimigos: (cuidado, pois a coluna de versos termina no outro lado!)



CANTO IV


Meu canto de morte

Guerreiros, ouvi:

Sou filho das selvas,

Nas selvas cresci;

Guerreiros, descendo

Da tribo tupi.


Da tribo pujante,

Que agora anda errante

Por fado inconstante,

Guerreiros, nasci;

Sou bravo, sou forte,

Sou filho do Norte;

Meu canto de morte,

Guerreiros, ouvi.


Já vi cruas brigas,

De tribos imigas (inimigas),

E as duras fadigas

Da guerra provei;

Nas ondas mendaces (mentirosas)

Senti pelas faces

Os silvos (assobio) fugaces (foge veloz)

Dos ventos que amei.


Andei longes terras

Lidei cruas guerras,

Vaguei pelas serras

Dos vis Aimorés;

Vi lutas de bravos,

Vi fortes — escravos!

De estranhos ignavos (covardes)

Calcados aos pés.


E os campos talados (devastados),

E os arcos quebrados,

E os piagas (pajés) coitados

Já sem maracás (tipo de chocalho);

E os meigos cantores,

Servindo a senhores,

Que vinham traidores,

Com mostras de paz.


Aos golpes do inimigo,

Meu último amigo,

Sem lar, sem abrigo

Caiu junto a mim!

Com plácido rosto,

Sereno e composto,

O acerbo (doloroso) desgosto

Comigo sofri.


Meu pai a meu lado

Já cego e quebrado,

De penas ralado,

Firmava-se em mi:

Nós ambos, mesquinhos,

Por ínvios (intransitáveis) caminhos,

Cobertos d'espinhos

Chegamos aqui!


O velho no entanto

Sofrendo já tanto

De fome e quebranto,

Só qu'ria morrer!

Não mais me contenho,

Nas matas me embrenho,

Das frechas (flechas) que tenho

Me quero valer.


Então, forasteiro,

Caí prisioneiro

De um troço (corpo de tropas) guerreiro

Com que me encontrei:

O cru dessossego

Do pai fraco e cego,

Enquanto não chego

Qual seja, — dizei!


Eu era o seu guia

Na noite sombria,

A só alegria

Que Deus lhe deixou:

Em mim se apoiava,

Em mim se firmava,

Em mim descansava,

Que filho lhe sou.


Ao velho coitado

De penas ralado,

Já cego e quebrado,

Que resta? — Morrer.

Enquanto descreve

O giro tão breve

Da vida que teve,

Deixai-me viver!


Não vil (desprezível), não ignavo,

Mas forte, mas bravo,

Serei vosso escravo:

Aqui virei ter.

Guerreiros, não coro

Do pranto que choro:

Se a vida deploro (lamento),

Também sei morrer.


(Poemas de Gonçalves Dias. Seleção de Péricles Eugênio da Silva Ramos. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d. p. 119-122.)


APENAS RESPOSTAS NO CADERNO (ORGANIZADAMENTE!)


Há mais alguma palavra no texto que você não conseguiu entender pelo contexto? Escreva-a abaixo e procure um significado que combine com os versos:



  1. Nesse canto do poema, o índio tupi narra a trajetória de sua vida e de sua tribo.

  1. Como o índio via a si mesmo, até o momento em que foi aprisionado?

  2. Qual é a atual condição de sua tribo?

  3. Com quem e por que o índio tupi foge?


  1. Na 6ª estrofe do texto, o prisioneiro faz um pedido aos inimigos: “Deixai-me viver!”.

  1. Que motivos alega, na 10ª e na 11ª estrofes, para que o deixe vivo?

  2. Identifique na última estrofe os versos em que o prisioneiro propõe um acordo. Qual é esse acordo?


  1. Seguindo os modelos do Romantismo europeu e a atração pelo medievalismo, nossos escritores encontraram no índio brasileiro o representante mais direto de nosso passado medieval – único habitante nestas terras antes do Descobrimento. Além disso, vivendo distante da civilização, nosso índio correspondia plenamente à concepção idealizada do “bom selvagem”, defendida por Rousseau. Observe o comportamento do índio tupi e indique:

  1. Uma característica dele que se assemelhe às do cavaleiro medieval.

  2. Uma atitude dele que reforce o mito do “bom selvagem”.



  1. Pesquise na internet, uma poesia de Gonçalves Dias que represente sua lírica, com temas como: a pátria, a natureza, Deus, o índio e o amor não correspondido. Copie em seu caderno, pelo menos 1 estrofe, aquele que chamou sua atenção. Depois, escreva o motivo da escolha e qual o tema da poesia.